Precisamos falar sobre a Mostra de Cinema Amazonense

Publicado em 24 de fevereiro de 2016 | Por Samantha Carvalho | Cinema, Eventos, Manaus

Eu não aguento mais posts com esse nome, internet!

Hoje o Cinemark cedeu, mais uma vez, o espaço para o cinema amazonense, na fatídica sala 7. Com 15 anos de parceria – rolou até piadinha sobre festa de debutante -, às 19h começava mais uma sessão. Dessa vez, 10 curtas! Um deles sendo de Tefé.

Mas pois bem, os pormenores foram ditos nesse post aqui, antes do ocorrido. Eu, Mapingueira Wannabe Cineasta, estava lá em minha propriíssima odisséia baré (licença poética, Naka?), e vim aqui comentar com vocês.

12498644_10208140118637388_492302254_nComo o evento era gratuito, foram distribuídas algumas senhas para controle de presença – isso mesmo, eu ouvi alguns organizadores falando no corredor, foi mal -, e nada mais. No hall do cinema, e ao final no corredor de saída, banners de alguns dos curtas e várias fotos tiradas com elenco, produção, equipe em geral. Isso me fez lembrar de quando era eu do outro lado da história, com a blusa da organização, na estreia do curta Deprê de Pobrê, dirigido pelo até hoje integrante da AmaCine, Junior Rodrigues, láááá na época que eu fazia faculdade ainda e “Oficinas de Cinema” rolavam nas salas do IEA. Ele não me reconheceu, mas tá de boa.

Sem muita demora, a Mostra começou com a organização dando um salve pra galera e falando quais filmes seriam exibidos. Fiquei feliz por ter sido bem diverso e não só focando no viés regional, como de praxe tanto em eventos como esse e festivais, embora alguns tivessem sim sido sobre lendas e florestas. Teve curta romântico, teve travelling, teve fast forward, teve windows media player, teve terror, teve tiro, teve susto com boneca, teve susto com mulher, teve velhinhos, teve escravidão moderna, teve canibalismo, teve um monte de ator mirim, teve Iara, teve legenda em espanhol, teve lição de moral, teve bad, teve morte, teve flash na cara e teve 20 minutos de Caboré. CABORÉÉÉ!

Não conta pra ninguém, mas meu preferido foi o Um Compromisso, do Max Michel, que era o só TCC do cara. Parabéns, moço!

O incentivo a prática cinematográfica vem cada vez mais forte, e esse ano, até onde eu sei, vai ser a primeira vez que um curso independente tão longo seja realidade. As inscrições pro Curso de Cinema da AmaCine estão abertas e algumas pessoas puderam se inscrever logo depois da Mostra, o que foi uma ótima jogada. Tá esperando o quê? Eu já me inscrevi. Quem sabe, na próxima Mostra, você possa julgar o meu curta lá no Cinemark também…

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Ficou querendo entender o CABORÉÉÉÉ? Aperta o play:

Sobre o Autor

Ex-jogadora de RPG no MSN onde sempre foi uma vampira industrial. Jogava CS na lan-house sob o nome Trinity_14 e nunca passava a manteiga em ninguém. Prefere coisas espaciais a coisas medievais, em exceção das roupas. Achou um abuso o Pottermore tê-la colocado na Lufa-Lufa quando sempre foi da Corvinal. Odiou o final de How I Met Your Mother e prefere Friends. Hashtag diferentona por default.

Comentários

  • Thiago Henrik

    “Eu não aguento mais posts com esse nome, internet!” [2]

    Legal a matéria, entretanto. 🙂

  • Claudio Sampaio

    Gostei da lenda de Caboré.