Estúdio brasileiro anuncia sequência de jogo estrelado pelo Mapinguari

Publicado em 5 de dezembro de 2017 | Por Jan Santos | Entretenimento, Folclore, Games, Tecnologia

Um misterioso mascarado está prestes a destruir a Grande Arvore Ypy, utilizando de um antigo poder para corromper tudo ao seu redor. Enquanto isso, a busca pelo poderoso cajado do pajé Raoni leva Aritana ao templo que abriga Ypy e que agora corre grande perigo.

O destino de Aritana será guiado pela antiga guardiã do templo, a Artesã, e juntos precisam impedir que o mascarado alcance o topo do templo e destrua Ypy. No caminho, Aritana provará novamente seu valor enfrentando novos desafios e portando uma nova arma, o arco e flecha.

Essa é a sinopse da sequência do aclamado Aritana e a Pena da Harpia, jogo lançado para PC e Xbox One pelo estúdio brasileiro Duaik Entretenimento em 2015, que chamou atenção pelo trato singular do folclore brasileiro em seu enredo. Agora, o estúdio promete não só uma sequência, mas uma total mudança na jogabilidade original, tornando-o uma experiência de mundo aberto e adicionando mais uma surpresa bem-vinda: o gênero de Aritana poderá ser definido pela preferência de quem está jogando!

O jogo foi destaque durante o evento Games Brasileiros: Cases de Sucesso, que ocorreu no dia 23 de novembro em São Paulo. Mais detalhes sobre o lançamento do jogo (incluindo a plataforma para a qual será lançado) estarão disponíveis em breve, mas a Duaik já anunciou o lançamento para o segundo semestre de 2018. 

Em A Pena da Harpia, Aritana investia seu empenho na busca pelo artefato-título ao mesmo tempo em que fugia de ninguém menos que o monstro Mapinguari! Com um novo vilão já anunciado, só podemos esperar que nosso personagem favorito da cultura indígena seja mantido na sequência.

Cenas de A Pena da Harpia


Sobre o Autor

é graduado em Letras – Língua e Literatura Portuguesa – pela Universidade Federal do Amazonas e atua como professor e revisor. É autor dos livros Evangeline – Relatos de um Mundo sem Luz (2013), A Rainha de Maio (2016) e O Dia em que Enterrei Miguel Arcanjo e outros contos de fadas (2017).

Comentários